segunda-feira, Maio 27, 2013

Candidaturas independentes e pseudo-independentes

O descrédito em relação aos partidos políticos e o recente rearranjo do mapa nacional das freguesias potencia a emergir de inúmeras candidaturas autárquicas formadas por cidadãos independentes das estruturas partidárias.
 
Este fenómeno é legítimo e na minha opinião muito salutar para a Democracia. No entanto é preciso que os cidadãos eleitores distingam muito bem o que são candidaturas genuinamente independentes das que resultam de ressabiamentos partidários, ou seja aquelas que são compostas por ex-militantes desavindos com os partidos que abandonaram e que utilizam esse mecanismo apenas com o objectivo de dividirem eleitorado e voltarem a ser eleitos de qualquer maneira. Essas candidaturas, em rigor, não são candidaturas independentes mas sim candidaturas de retaliação.
Por outro lado não deve bastar como motivação para uma candidatura independente o simples descrédito em relação aos partidos políticos. Isso é muito escasso. Uma candidatura independente , antes de tudo o mais, precisa de ter um projecto político claro e pensado para o território em causa, um projecto que consubstancie ele mesmo a bondade da apresentação da candidatura que o justifique.
Perante essa mais do que provável vaga de candidaturas independentes o que os eleitores devem fazer é perceber muito bem as motivações de quem as constitui e analisarem com exigência cívica os projectos que apresentam. Este comportamento dos eleitores servirá para separar o trigo do joio: as candidaturas com projecto claro e compostas por pessoas inequivocamente apostadas a concretizá-lo das candidaturas compostas por ressabiados do partidarismo e que mais não aportam que o espírito de “vendeta”

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segunda-feira, Março 18, 2013

Vai lá a "gente" perceber este PS

Na apresentação de Junqueiro a Viseu Tozé Seguro afirmou que o facto do candidato ser de Viseu é fundamental porque conhece bem a realidade viseense. Pena o critério deste PS não ser universal….

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segunda-feira, Fevereiro 25, 2013

Será milagre????

Disse-me uma pombinha bem informada em matéria Fé (é prima da pomba do Espírito Santo) que o candidato do PS à Câmara Municipal da Maia, importado de Gondomar, é um Católico fervoroso: não falha uma única procissão organizada por qualquer uma das paróquias do Concelho da  Maia. Parece que é um gosto vê-lo a caminhar, na primeira fila, com ar de quem acabou de tomar o “Senhor”, logo atrás do andor principal. Um gosto. O Povo anda pasmado com tão profunda conversão, não é que o dito consegue levar consigo uma série de ex-republicanos, laicos e socialistas? Será milagre?

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sexta-feira, Janeiro 11, 2013

"O PS desistiu da Maia" do Blog Forte Apache

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sábado, Dezembro 29, 2012

A grande novidade deste PS da Maia para as eleições autárquicas: mais do mesmo :)



Pelas declarações que já se conhecem sobre a candidatura de Ricardo Bexiga à Câmara Municipal da Maia, pelo PS, ( AQUI )é previsível antecipar que a campanha do PS vai ter um estranho protagonista. Estranho porque, infelizmente, já faleceu, e estranho porque durante toda a sua vida política combateu os socialistas. Esse estranho protagonista é, evidentemente, o Doutor José Vieira de Carvalho.

O PS da Maia, que sempre combateu o Doutor Vieira de Carvalho, dizendo dele o que Maomet não disse do toucinho, vai puxar como estandarte a “Maia de Vieira de Carvalho” como contraponto à “Maia de Bragança Fernandes”, como se a Maia de “Bragança Fernandes” não fosse a correcta continuação da Maia de “Vieira de Carvalho” com a natural adaptação à natureza dos tempos e das circunstâncias que são hoje completamente diferentes de há uma década.

O PS da Maia, através do seu candidato Ricardo Bexiga, não terá qualquer projecto político, apenas terá uma "memória". Uma memória de alguém que sempre combateu esse mesmo PS. Além de ser pouco como argumento político, é uma habilidadezinha de mau gosto, uma espécie de trapaça e que comete um erro de palmatória: parte do princípio que os Maiatos são estúpidos.

Mais uma vez o PS vai cometer o mesmo erro: vem a terreiro eleitoral sem projecto político consistente ao mesmo tempo que se revela incapaz de gerar no seu seio uma candidatura genuinamente maiata, conhecedora de todas as avenidas, rua e becos do Concelho e da alma da “Maia”.

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sexta-feira, Dezembro 14, 2012

E finalmente no fim do túnel tremula a luzinha de velinha: o PS da Maia já tem candidato

Tudo indica que o PS da Maia já tem candidato à Câmara Municipal para as próximas eleições autárquicas, o Dr. Ricardo Bexiga, que de Gondomar veio prestar esse serviço ao PS local, que incapaz de ter conseguido arranjar no seu próprio universo alguém disposto a abraçar a “luta”, foi obrigado a recorrer ao “mercado externo”.
Em relação ao Dr. Ricardo Bexiga não vou tecer grandes comentários. Não fica bem tratar, ab initio, com a natural veemência política própria destas ocasiões alguém que nos visita.
 Devemos ser corteses para todos, muito especialmente, para convidados que vêm à Maia  em “comissão de serviço”, além de que é cedo para a análise dessa candidatura numa perspectiva da política local, porque ainda ninguém sabe ao “que vem”.
No entanto a própria existência da candidatura, com este perfil, já é motivo para merecer alguns comentários.
O primeiro deles, é que a responsabilidade pelos resultados eleitorais será toda do Presidente da Federação do PS, que impôs o Dr. Ricardo Bexiga. Para o bem e para o mal (espero que para o mal) o Dr. José Luís Carneiro terá que assumir, a seu tempo, as responsabilidades (enormes) que lhe caberão.
O segundo, é que pela primeira vez, desde há muitos anos, o PS da Maia tem um Presidente de Concelhia que soube resistir à tentação de ser ele próprio e candidato, o que revela não só inteligência como uma correcta perspectiva  das funções que exerce.
A terceira é que o PS da Maia, ao fim de décadas em oposição, ainda não conseguiu produzir um candidato interno capaz de assumir como um adversário “à séria” da actual maioria em quem os maiatos, sucessivamente e com amplas maiorias,têm confiado o governo do Município.
É verdade que as últimas eleições autárquicas trouxeram a terreiro, quer para a Câmara Municipal quer para a Assembleia Municipal, dois candidatos que atendendo ao facto de terem averbado os piores resultados de sempre para o PS da Maia significa que eram tudo menos “prata da Casa”, ou seja eram da casa mas não eram prata.
A candidatura do Dr. Ricardo Bexiga poderá ter, pelo menos, o mérito, de proceder a uma limpeza do ponto de vista das demais candidaturas socialistas quer à Vereação quer à Assembleia Municipal, afastando alguns fósseis e alguns outros, que apesar da imensa verborreia que os caracteriza na verdade não possuem qualquer peso eleitoral (nem internamente nem junto dos Munícipes Maiatos).
É verdade que o PS da Maia poderia ter arriscado mais.
Por exemplo, teria sido interessante, do ponto de vista da contenda eleitoral, a candidatura de uma mulher (que nem sequer seria necessário recrutar num universo externo ao PS da Maia ou sequer à Maia), mas muito provavelmente essa possibilidade não agradou ao Presidente da Federação do PS, que preferiu sacrificar os interesses do PS da Maia aos seus próprios interesses pessoais, e por isso impôs o seu número da dois na Federação e impediu uma candidatura feminina que incutiria uma novidade politicamente vantajosa ao acto eleitoral.

 

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sexta-feira, Dezembro 07, 2012

Sobre a nova Freguesia do "Castêlo"*



Este reagrupamento das Freguesias de Santa Maria de Avioso, São Pedro de Avioso, Gemunde, Barca e Gondim numa só Freguesia denominada “Castêlo”* é uma boa ironia da História.
A nova Freguesia do Castêlo tem todas as condições para contribuir como poucas zonas do Município da Maia para o progresso de todo Concelho.
Na verdade o Castêlo, além de ser dotado de um capital humano de elevada qualidade, com especificidades próprias em que uma certa rebeldia sempre foi um trunfo e uma mais valia para o todo da “Maia” (embora essa Maia sempre tivesse alguma dificuldade em lidar com isso), tem localizadas no seu território algumas instituições de valia intemporal e capazes de interferir positivamente no destino das pessoas, muito especialmente dos mais novos: excelentes escolas, o Museu da História da Maia, o Conservatório de Música da Maia, o ISMAI, o Sport Clube Castelo da Maia, o Castelo da Maia Ginásio Clube, entre outras.
Esta nova realidade – que não pode nem dever ser confundida com outras antigas realidades que as circunstâncias, o tempo e o modo retiraram sentido – tem que ser encarada por todos assim mesmo: uma nova realidade.
Uma nova realidade territorial, uma nova realidade política e uma nova realidade administrativa.
Esta nova realidade implica, necessariamente implica, uma nova “ideia” para a própria Freguesia e – muito especialmente – para o seu papel no contexto do próprio Concelho.
O Castêlo pode ser um motor de desenvolvimento humano e um contribuinte altamente válido para a definição de um novo paradigma para o Município.
No entanto, não deve o Castêlo cair na tentação de uma retórica que o tempo retirou utilidade e oportunidade, mas sim adoptar uma nova,  capaz de mobilizar a Maia toda e contribuir para a melhoria do “todo” que todos os maiatos formam.
Para isso é necessário inteligência, ponderação, sentido de oportunidade, conhecimento, visão estratégica e táctica adequada, atributos e condições que os “Castelenses” possuem de sobra.

* prefiro esta grafia acentuada.

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segunda-feira, Novembro 12, 2012

As Europas

Só o desconhecimento da História, não só na sua vertente política mas também e sobretudo na sua vertente cultural, é que pode trazer alguma perplexidade em relação ao rumo que esta Europa dita unida tomou.
A Europa, o continente das nações, só se uniu circunstancialmente e pela força. Todos os impérios de dimensão europeia foram impérios forjados à força. Se no passado essa força assentava nas armas, hoje assenta no dinheiro.
A Europa partilha, evidentemente, uma herança comum. Uma herança que é clássica, que é cristã e que também é judaica. Esse é o nosso património comum. O que divide a Europa é a forma como esse mesmo património foi sintetizado pelas várias regiões da Europa e dentro destas pelas várias nações que as constituem.
Há uma enorme diferença entre a Europa do Sul e o resto da Europa, a Europa Central e a Europa Nórdica.
Esta diferença pode ser percepcionada pela perspectiva religiosa e por um facto muito concreto, que foi consequência dessa diferença e causa do seu aumento: a Reforma.
O mapa geográfico da Reforma traduz, quase com precisão milimétrica, o mapa das diferenças entre o “Sul” e o resto.
Não é o simples mapa do Catolicismo e do Protestantismo. Há zonas católicas na Europa Central, mas essas zonas foram claramente influenciadas pela concepção protestante do mundo e da vida. A título de mero exemplo basta compararmos a personalidade dos Papas João XXIII e Bento XVI. Ambos católicos mas profundamente diferentes.
Quase que poderemos dizer que entre essas duas Europas existe um confronto permanente entre a emoção e a razão. Não que a emoção não se manifeste na Europa Central e do Norte, claro que sim, mas quando se manifesta é de uma forma brutal, dando origem a absurdos como o nazismo e a genialidades como Beethoven. Enquanto que no “Sul” a emoção é normal no “Centro” e no “Norte” é uma excepção, uma excepção que se manifesta sempre de forma excessiva, direi mesmo até pouco humana.
Como a Alemanha está na ordem do dia é preciso entendermos que o espaço vital dos teutónicos não é o “Sul” mas sim o “Centro” e o “Norte”. Centro e Norte que foram alargados com a queda do Muro. A queda do Muro disponibilizou à Alemanha o seu espaço tradicional.
Enquanto isso não foi possível, o “Sul”, para a Alemanha foi apenas o parceiro disponível, não um parceiro compreendido e muito menos amado, mas o disponível.
Quando a disponibilidade, pelo curso da História, se alargou, o “Sul”, o tal parceiro de recurso passou a ser um parceiro pesado, escusado e irrelevante.
Não cabem aqui juízos de valor mas sim a percepção clara da causa das coisas que não são fenómenos e aqui o “Sul” é muitíssimo culpado, sobretudo por ser ingénuo.

 

 

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quarta-feira, Novembro 07, 2012

Para as nossas "lideranças": Franklin D. Roosevelt: First Inaugural Address



«This is a day of national consecration, and I am certain that my fellow Americans expect that on my induction into the Presidency I will address them with a candor and a decision which the present situation of our nation impels.
This is pre-eminently the time to speak the truth, the whole truth, frankly and boldly. Nor need we shrink from honestly facing conditions in our country today. This great nation will endure as it has endured, will revive and will prosper.
So first of all let me assert my firm belief that the only thing we have to fear … is fear itself … nameless, unreasoning, unjustified terror which paralyzes needed efforts to convert retreat into advance.
In every dark hour of our national life a leadership of frankness and vigor has met with that understanding and support of the people themselves which is essential to victory. I am convinced that you will again give that support to leadership in these critical days. In such a spirit on my part and on yours we face our common difficulties. They concern, thank God, only material things. Values have shrunken to fantastic levels: taxes have risen, our ability to pay has fallen, government of all kinds is faced by serious curtailment of income, the means of exchange are frozen in the currents of trade, the withered leaves of industrial enterprise lie on every side, farmers find no markets for their produce, the savings of many years in thousands of families are gone.
More important, a host of unemployed citizens face the grim problem of existence, and an equally great number toil with little return. Only a foolish optimist can deny the dark realities of the moment.
Yet our distress comes from no failure of substance. We are stricken by no plague of locusts. Compared with the perils which our forefathers conquered because they believed and were not afraid, we have still much to be thankful for. Nature still offers her bounty and human efforts have multiplied it. Plenty is at our doorstep, but a generous use of it languishes in the very sight of the supply.
Primarily, this is because the rulers of the exchange of mankind's goods have failed through their own stubbornness and their own incompetence, have admitted their failures and abdicated. Practices of the unscrupulous money changers stand indicted in the court of public opinion, rejected by the hearts and minds of men.
True, they have tried, but their efforts have been cast in the pattern of an outworn tradition. Faced by failure of credit, they have proposed only the lending of more money.
Stripped of the lure of profit by which to induce our people to follow their false leadership, they have resorted to exhortations, pleading tearfully for restored conditions. They know only the rules of a generation of self-seekers.
They have no vision, and when there is no vision the people perish.
The money changers have fled their high seats in the temple of our civilization. We may now restore that temple to the ancient truths.
The measure of the restoration lies in the extent to which we apply social values more noble than mere monetary profit.
Happiness lies not in the mere possession of money, it lies in the joy of achievement, in the thrill of creative effort.
The joy and moral stimulation of work no longer must be forgotten in the mad chase of evanescent profits. These dark days will be worth all they cost us if they teach us that our true destiny is not to be ministered unto but to minister to ourselves and to our fellow-men.
Recognition of the falsity of material wealth as the standard of success goes hand in hand with the abandonment of the false belief that public office and high political position are to be values only by the standards of pride of place and personal profit, and there must be an end to a conduct in banking and in business which too often has given to a sacred trust the likeness of callous and selfish wrongdoing.
Small wonder that confidence languishes, for it thrives only on honesty, on honor, on the sacredness of obligations, on faithful protection, on unselfish performance. Without them it cannot live.
Restoration calls, however, not for changes in ethics alone. This nation asks for action, and action now.
Our greatest primary task is to put people to work. This is no unsolvable problem if we face it wisely and courageously.
It can be accompanied in part by direct recruiting by the government itself, treating the task as we would treat the emergency of a war, but at the same time, through this employment, accomplishing greatly needed projects to stimulate and reorganize the use of our national resources.
Hand in hand with this, we must frankly recognize the over-balance of population in our industrial centers and, by engaging on a national scale in a redistribution, endeavor to provide a better use of the land for those best fitted for the land.
The task can be helped by definite efforts to raise the values of agricultural products and with this the power to purchase the output of our cities.
It can be helped by preventing realistically the tragedy of the growing loss, through foreclosure, of our small homes and our farms.
It can be helped by insistence that the Federal, State, and local governments act forthwith on the demand that their cost be drastically reduced.
It can be helped by the unifying of relief activities which today are often scattered, uneconomical and unequal. It can be helped by national planning for and supervision of all forms of transportation and of communications and other utilities which have a definitely public character.
There are many ways in which it can be helped, but it can never be helped merely by talking about it. We must act, and act quickly.
Finally, in our progress toward a resumption of work we require two safeguards against a return of the evils of the old order: there must be a strict supervision of all banking and credits and investments; there must be an end to speculation with other people's money, and there must be provision for an adequate but sound currency.
These are the lines of attack. I shall presently urge upon a new Congress in special session detailed measures for their fulfillment, and I shall seek the immediate assistance of the several States.
Through this program of action we address ourselves to putting our own national house in order and making income balance outgo.
Our international trade relations, though vastly important, are, to point in time and necessity, secondary to the establishment of a sound national economy.
I favor as a practical policy the putting of first things first. I shall spare no effort to restore world trade by international economic readjustment, but the emergency at home cannot wait on that accomplishment.
The basic thought that guides these specific means of national recovery is not narrowly nationalistic.
It is the insistence, as a first consideration, upon the interdependence of the various elements in and parts of the United States … a recognition of the old and permanently important manifestation of the American spirit of the pioneer.
It is the way to recovery. It is the immediate way. It is the strongest assurance that the recovery will endure.
In the field of world policy I would dedicate this nation to the policy of the good neighbor … the neighbor who resolutely respects himself and, because he does so, respects the rights of others … the neighbor who respects his obligations and respects the sanctity of his agreements in and with a world of neighbors.
If I read the temper of our people correctly, we now realize, as we have never realized before, our interdependence on each other: that we cannot merely take, but we must give as well, that if we are to go forward we must move as a trained and loyal army willing to sacrifice for the good of Bøê Coêine, becaus =Dêithout such discipline, no progress is made, no leadership becomes effective.
We are, I know, ready and willing to submit our lives and property to such discipline because it makes possibly a leadership which aims at a larger good.
This I propose to offer, pledging that the larger purposes will hind upon us all as a sacred obligation with a unity of duty hitherto evoked only in time of armed strife.
With this pledge taken, I assume unhesitatingly the leadership of this great army of our people, dedicated to a disciplined attack upon our common problems.
Action in this image and to this end is feasible under the form of government which we have inherited from our ancestors.
Our Constitution is so simple and practical that it is possible always to meet extraordinary needs by changes in emphasis and arrangement without loss of essential form.
That is why our constitutional system has proved itself the most superbly enduring political mechanism the modern world has produced. It has met every stress of vast expansion of territory, of foreign wars, of bitter internal strife, of world relations.
It is to be hoped that the normal balance of executive and legislative authority may be wholly adequate to meet the unprecedented task before us. But it may be that an unprecedented demand and need for undelayed action may call for temporary departure from that normal balance of public procedure.
I am prepared under my constitutional duty to recommend the measures that a stricken nation in the midst of a stricken world may require.
But in the event that the Congress shall fail to take one of these courses, and in the event that the national emergency is still critical, I shall not evade the clear course of duty that will then confront me.
I shall ask the Congress for the one remaining instrument to meet the crisis … broad executive power to wage a war against the emergency as great as the power that would be given to me if we were in fact invaded by a foreign foe.
For the trust reposed in me I will return the courage and the devotion that befit the time. I can do no less.
We face the arduous days that lie before us in the warm courage of national unity, with the clear consciousness of seeking old and precious moral values, with the clean satisfaction that comes from the stern performance of duty by old and young alike.
We aim at the assurance of a rounded and permanent national life.
We do not distrust the future of essential democracy. The people of the United States have not failed. In their need they have registered a mandate that they want direct, vigorous action.
They have asked for discipline and direction under leadership. They have made me the present instrument of their wishes. In the spirit of the gift I will take it.
In this dedication of a nation we humbly ask the blessing of God. May He protect each and every one of us. May He guide me in the days to come.»

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sábado, Outubro 13, 2012

Publicado hoje...a seguir às noticias de ontem e de anteontem.....NÃO É ADMISSÍVEL O "NO PASA NADA"

No Correio da Mnhã de hoje:

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/autarca-livre-de-suspeitas


Não é admissível o “no passa nada”.

Na quinta o JN publica uma notícia cheia de falsidades, calúnias e incongruências sobre o Presidente da Câmara da Maia.

Na sexta o JN publica outra notícia sobre o Presidente da Câmara da Maia, em que procede a algumas correcções da notícia anterior (sobre factos da vida privada do visado e que nunca poderia sem matéria de tratamento judicial e jornalístico) e acrescenta mais falsidades, calúnias e incongruências.

No Sábado o Correio da Manhã publica uma notícia em que dá conta do completo ilibar quer do Presidente da Câmara da Maia quer do Vice-Presidente da Câmara da Maia.

Este triste encadear de notícias atesta bem o estado a que chegou determinada comunicação social mesmo em relação a órgãos considerados como de “referência”.

Para mim o que aconteceu é muito simples: um determinado grupo de pessoas começando a pressentir que as investigações que incidiram sobre a Câmara Municipal (e consequentemente sobre o seu Presidente) iriam conduzir ao arquivamento do processo começou a “encharcar” as redacções dos jornais com falsas notícias e calúnias.

Se a maioria das redacções fez o trabalho de casa e tratou de verificar factos, outras fizeram como é habitual: “é sangue? Publica-se!”.

Resultado: inocentes são enxovalhados na “praça pública”.

O que move essas pessoas (que até se reuniram em “repasto” conspirativo)? 

O que move é a sua covardia intrínseca, a sua ambição desmedida e sua incapacidade de perceber que o sucesso só se alcança por trabalho. Estão convencidos que o poder se conquista calçando sapatos de defunto, por fingir que se faz, por ligações familiares ou pela utilização sistemática de “merdilheiros” intelectualmente incapazes.

Agora o que eu espero é que esse grupinho tenha um mínimo de dignidade e faça o que tem a fazer. Bem sei que vou esperar sentado.

O que eu espero é que quem tenha que pôr ordem na “Bounty” o faça sob pena do “crime” de calúnia e inveja começar a compensar.

Não é admissível o “no pasa nada”.
 


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